VIGILANTES ESTÃO PROIBIDOS DE ALMOÇAR

ATUALIZADO EM 10 FEV’2019

A LUTA PELO DIREITO DA HORA DE ALMOÇO/CAIXA:
MPT-MINISTÉRIO PÚBLICO DO TRABALHO ,MARCA AUDIÊNCIA PARA O DIA 18/02, 10H.

A luta pelo direito a hora de almoço para os vigilantes que prestam serviço nas agencias e unidades da Caixa Econômica Federal em todo o estado foi levada pelo Sindicato ao MPT e já tem audiência agendada para o próximo dia 18/02, às 10h (Corredor da Vitoria). Os vigilantes estão proibidos de almoçar desde o ultimo dia 1º de fevereiro por uma decisão do Banco, acatada pelas empresas (no momento a Interforte. A Segurpro que atua na região sul e sudoeste ainda não aplicou a medida).
O Sindicato realizou várias atividades durante esta primeira semana de aplicação da crueldade. Fez denuncia e distribuiu Carta em varias agencias, reuniu-se com as empresas e na ultima sexta-feira fez reunião com a Caixa.
Na Caixa a alegação é: ORDEM DE BRASILIA, DO GOVERNO CENTRAL.
Deu para entender de onde vem a ordem cruel?!
Nesta próxima semana a mobilização vai continuar, inclusive com possível ação judicial.
A atitude da Caixa e das empresas é de crueldade. A volta da escravidão.
CAIXA, RESPEITO O DIREITO SAGRADO DO ALMOÇO DO TRABALHADOR!
Contra a escravidão, NÃO ABRO MÃO DO MEU SINDICATO!

AOS FUNCIONÁRIOS DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
CLIENTES E PÚBLICO EM GERAL

A Caixa Econômica e as empresas de vigilância que a Caixa contrata no Estado da Bahia estão proibindo, desde o último dia 1º de fevereiro, que os vigilantes tenham direito de almoçar. Vigilante na Caixa está proibido de almoçar!

Para comer alguma coisa, só antes das 9h ou depois das 16h. É  a ordem vem de Brasília. Nos últimos dias não se assustem de verem homens e mulheres, fardados e armados, desmaiando de fome dentro das agências da Caixa.

É tortura, é desumano, é violência contra a saúde, bem-estar e dignidade dos trabalhadores.

Tudo por pura ganância e maldade das empresas e do banco oficial.

Em pleno século XXI tem castigo cruel e escravidão na Caixa Econômica Federal.

Os trabalhadores e trabalhadoras estão indignados, revoltados.

Contamos com seu apoio e seu apoio, solidariedade e seu protesto contra a Caixa por maltratar os vigilantes.

Salvador, fevereiro de 2019